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25.7.09

Vem aí...



A maioria dos filmes fazem um estardalhaço imenso com posters, propagandas, sites e trailers ultra-produzidos mas sem nenhuma idéia ou mensagem por trás, por isso fico muito feliz quando uma produção se apresenta de maneira simples e inteligente. Esse felizmente é o caso de A Verdade Nua e Crua (The Ugly Truth):


A batalha dos sexos esquenta na comédia da Columbia Pictures, A Verdade Nua e Crua (The Ugly Truth). Abby Richter (Katherine Heigl) é produtora de um programa matutino, que tem problemas emocionais e cuja busca pelo Sr. Perfeito a deixou irremediavelmente solteira. Ela está prestes a ser acordada de forma brusca quando seus chefes a colocam frente a frente com Mike Chadway (Gerard Butler), uma intransigente personalidade da TV que promete despejar a verdade nua e crua sobre o que faz os homens e as mulheres balançarem.

Butler já deixou muitos casais mais apaixonados com o simpático P.S. Eu Te Amo, agora com A Verdade Nua e Crua será que teremos uma inversão dos valores? Sinceramente acredito que não, no fim sabemos que os dois atores principais irão descobrir que estão apaixonados, isso é batata, rs!!! Esse filme me parece não fugir muito da regra, vamos esperar pra ver!!!

A Verdade Nua e Crua estréia dia 21 de agosto nos cinemas com direção de Robert Luketic e distribuição da Sony Pictures.

17.6.09

Você pode fugir do seu destino???


Protagonista da comédia Minhas Adoráveis Ex-Namoradas, Connor Mead (Matthew McConaughey, de Um Amor de Tesouro) é um desses homens que transpiram canalhice.
Como fotógrafo profissional, dedica sua vida a conquistar todo tipo de mulher que encontra pelo caminho. Sem escrúpulos ou remorso, não vê qualquer problema em terminar com suas amantes através de sua secretária ou por meio de uma conferência pela internet.
Quando é convidado para o casamento de seu irmão caçula Paul (Breckin Meyer, de Garfield - O Filme), Connor pretende impedi-lo. Afinal, para o rapaz, o amor não passa de um refúgio para os feios e ignorantes e o casamento, um ritual que apenas difunde tudo isso.
Para sua surpresa, ao chegar à festa, realizada na antiga mansão da família, Connor encontra o fantasma de Wayne (Michael Douglas), o boêmio e mulherengo tio que lhe ensinou todos os truques de conquistas. Após se mostrar arrependido de seus atos mundanos, o espectro alerta o rapaz sobre os três fantasmas que irão visitá-lo: as namoradas dos relacionamentos do passado, presente e futuro.
Esse é o mote desta espécie de paródia romântica do mais famoso conto natalino de Charles Dickens, Christmas Carol, em que o mal-humorado e avarento protagonista Ebenezer Scrooge é substituído pelo lascivo Connor Mead, por obra dos roteiristas Jon Lucas e Scott Moore (ambos de Surpresas do Amor). Connor recebe a visita dos “fantasmas” de suas ex-namoradas que o levam a uma hilariante e reveladora odisséia, visitando seus desastrosos relacionamentos do passado, presente e futuro! Juntas tentarão descobrir o que transformou Connor num idiota insensível e se ainda há esperança dele encontrar o verdadeiro amor ou se é uma causa perdida...
Um traço que permanece da história original é o confronto do personagem principal com três espectros, levando-o a questionar-se sobre como suas escolhas de vida o levarão a um fim trágico e solitário. Enquanto o Sr. Scrooge entende que família, amigos e espiritualidade natalina são mais importantes do que o dinheiro, Connor deverá descobrir que o amor verdadeiro - e monogâmico - é imprescindível.
Apesar de caricatural, McConaughey mostra-se bastante à vontade em seu papel de cafajeste em reabilitação. Porém, são os coadjuvantes que levantam o filme, como a namorada dos relacionamentos passados, Allison Vandermeersh (Emma Stone, de Superbad - É Hoje). Divertida, recebe os melhores diálogos, juntamente com os personagens de Michael Douglas e Jennifer Garner (aqui, o par romântico da história).
Dirigido por Mark Waters (de As Crônicas de Spiderwick) e concluído a toque de caixa para o Valentine's Day, dia dos namorados nos EUA celebrado 14 de fevereiro. Waters se sai tão bem que até esquecemos do ator principal - que não é nenhum Bill Murray. Caramba, perto de McConaughey, até o Tio Patinhas era mais expressivo.


Particularmente, em essência, o filme reconta aquela velha historinha de comédia romântica, do sujeito que abandonou o grande amor de sua vida, virou um canalha e agora, arrependido, tenta recuperar o tempo perdido. A novidade, antes de mais nada, é que a estrutura narrativa do conto se preserva: Connor aprende essas lições porque os fantasmas estão fazendo sua vida passar diante dos seus olhos em forma de flash.
E Ghosts of Girlfriends Past (Minhas adoráveis ex-namoradas) se beneficia desse formato. Pense que, normalmente, as comédias românticas trabalham com focos de drama - o momento em que os amados rompem, o momento em que ela quase casa com outro etc - e precisam encher linguiça entre esses picos emotivos. Aqui, como a narrativa é mais compacta (afinal, estamos sobrevoando os principais acontecimentos da vida amorosa do protagonista), não há muito o que enrolar.
Para os homens: por conta dessa ligeireza, portanto, saiba que é um filme menos torturante que os demais do gênero. Para as mulheres: a aglutinação desavergonhada de picos emotivos induz mais facilmente às lágrimas. Lembre-se do clássico de Dickens, com aquelas pessoas pobres de Londres passando fome e frio no Natal... Dar as mãos aos fantasmas de seu passado e de seu futuro é uma premissa que naturalmente pende ao sentimentalismo (ainda mais com Jennifer Garner fazendo sua típica cara de choro).

15.5.09

Dá-lhe Dan Brown!!!


Hoje estreou nos cinemas brasileiros o filme "Anjos e Demônios", direção de Ron Howard, inspirado na obra de Dan Brown, que já é figura que se estreita entre os grandes autores da literatura moderna, onde as críticas e a interação para a lucidez em seu texto, faz com lhe conduza marcas como algo a ser lembrado, questionado e interagido dentro de cada um de nós, trazendo ao ponto de buscarmos os significados da existência e da realidade que vivemos.


O livro consiste de uma abundância de informações e conhecimento sobre a cidade do Vaticano, e a cultura que cerca a trama. O livro te prende do ínico ao fim, trazendo a idéia de um conclave e lhe informando como seria a sucessão ao cargo mais poderoso do meio religioso desde os tempos da pedra. A escolha dos preferitis e a proteção dada pela guarda Suíça ao Vaticano.

Uma obra de um conceito cristão, mas rico pelo conteúdo pagão. Robert Langdon vem como um historiador de religião e um conhecimento sobre os Illuminati. O carmelengo, idéia de um camarista do Papa, se traz com uma paz e conceito de espírito.

O livro se defaz através de grandes obras dos mestres de nosso mundo, como Gianlorenzo Bernini, Rafael Santi e Galileu Galilei. A utilização de um Assassino, a mando dos Illuminattus dos tempos da caçada as pessoas que defendiam a ciência e a procura de explicações para as dúvidas que se encontram na época.

A busca da Igreja em manter os conceitos da força de seus segredos e do esquecimento dado para o espírito através da apegação a ciência e ao desenvolvimento. A obra deixa claro o propósito, que necessitamos visualizar um milagre para que possamos visualizar o poder de um criador acima de provas, um Deus todo-poderoso, bem-intencionado e misericordioso. As regras são dadas, mas o tal “livre arbítrio” aparece novamente para todos, como sendo ele o mau que existe, sendo ele criado por nós e não dado para nós.
Tive a oportunidade de ler o livro e tirar minhas conclusões, assim como as coloquei acima, porém, não quero deixar de ver o filme, para conferir. Também li o Código da Vinci, mas confesso que preferi o livro, a riqueza de detalhes, de descrições, de emoção, superaram qualquer aparição de Tom Hanks.
Acredito que, em Anjos e Demônios, o filme, terá fortes emoções, e fortes repercussões por aqui...ou talvez não!!!
Dá-lhe Dan Browm, vai repetir a dose em Fortaleza Digital ou em Ponto de Impacto???
Aguardo pra ver... Enquanto isso, vamos ao cinema neste final de semana, tá um friozinho... tá uma delícia...
Eli Amorim.
 
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